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Academia Cearense de Economia empossa 1ª Diretoria e Conselho Superior.

Na próxima terça-feira, 15 de fevereiro, ocorre a solenidade que marca o início das atividades da Academia Cearense de Economia, que se trata de uma academia de estudos econômicos. Na solenidade, que ocorre na Universidade do Estado do Ceará, com acesso restrito aos membros, tomará posse a diretoria, na qual o economista Lauro Chaves Neto é o presidente, e o Conselho Superior, que é composto pelos professores Pedro Sisnando Leite, Luiz de Gonzaga Fonseca Mota e Raimundo Padilha.

De acordo com Lauro Chaves Neto, a Academia Cearense de Economia é espelhada num modelo de academia que é originário na França e que existe no mundo inteiro. Em Fortaleza, existe uma forte tradição de academias científicas, a exemplo da Academia Cearense de Letras, que é uma das mais antigas do Brasil.

“A Academia Cearense de Economia surgiu da cabeça privilegiada dos professores Padilha, Gonzaga Motta e Pedro Sisnando, que vendo todo esse movimento das academias e área de economia ainda não contemplada, passaram a motivar e a instigar um grupo menor que começou a trabalhar nessa ideia. A academia seria lançada antes da pandemia, no início de 2020, mas diante das tantas ondas de covid-19, precisou ser adiado para este ano”, informa o presidente da Academia.

De acordo com o presidente, a Academia pretende debater os maiores temas da economia relacionado com o desenvolvimento do nosso estado e com o desenvolvimento do Brasil, refletir as principais correntes econômicas e, para isso, está sendo instalada um fórum de debates permanente e constante. “Ela vai, já nos próximos meses, lançar um e-book sobre reflexões dos economistas cearenses onde cada um dos 20 acadêmicos vai ter um artigo sobre tema de sua escolha”, informou.

O professor Pedro Sisnando Leite, que irá compor o Conselho Superior da Academia, informa que todos que uma longa experiência administrativa, acadêmica e de estudos de pesquisa. Ele explica que o Conselho é composto por três pessoas porque foram eles, que junto com Lauro Chaves Neto, foram os primeiros a pensar na criação da Academia. Ele destaca também que o grupo está interessado e disposto a contribuir para o melhor desenvolvimento da região do Ceará e do país.

“Pensamos em novos modelos de desenvolvimento econômico e nós temos experiência, temos propostas concretas sobre isso. Agora podemos, em grupo, ter mais força para induzir ou para propor essa mudança desses modelos econômicos que não estão implantados adequadamente”, informou o professor que, apesar de estar aposentado, continuou realizando estudos e muitos trabalhos voltados para o crescimento irregular da economia.

O professor Raimundo Padilha também compõe o Conselho Superior da Academia, e comenta que essa iniciativa é de suma importância para a sociedade, principalmente numa sociedade moderna, para se desenvolver trabalhos, projetos, sugestões, tanto a nível municipal, estadual, regional, nacional e até internacional.

“Em primeiro lugar, eu gostaria de dizer que esta academia está vindo um pouco atrasada já que outras academias de outras áreas profissionais já estão instaladas há algum tempo. Mas ela é de importância muito grande porque o papel do economista é fundamental, principalmente numa sociedade moderna. Há um espaço muito amplo de trabalho e acho que todos os membros da academia têm agora um fórum de apresentação de teses, de temas para debate que acredito que seja muito enriquecedor para todos”, informa o professor, que afirma estar muito honrado em fazer parte do Conselho Superior da Academia.

Composição da Academia Cearense de Economia

O Conselho Superior da Academia que é o seu órgão máximo, é composto por três economistas que formaram várias gerações de economistas, que são o professor Pedro Sisnando, o professor Raimundo Padilha e professor Gonzaga Mota. Já os economistas que compõe a diretoria de implantação são aqueles que desde o início se somaram sócios para viabilizar esse projeto.

Dentro dos 20 acadêmicos da academia, existe uma mistura muito boa de economistas do setor público do setor privado, economistas de uma geração mais experiente, alguns de uma geração um pouco mais recente. “Nós temos economistas com perfis eh de pensamento que se complementam, que vão gerar um bom debate, nós temos homens, mulheres, existe uma forte participação de economistas que lideraram e contribuíram de forma muito intensa pro desenvolvimento do estado do Ceará”, informa Lauro Chaves Neto.

Os patronos representam personalidades que tiveram relevante papel na formação econômica do estado do Ceará. A academia quer prestar uma contribuição à sociedade cearense na reflexão e na produção de temáticas relativas à ciência econômica e ao desenvolvimento do estado.

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